Curso presencial: PERÍCIA CONTÁBIL EM MATÉRIA FINANCEIRA. (Código SP-01531)
Carga Horária: 60 HORAS = 15 pontos.
PLANO de AULAS

Este plano prevê de 3 (três) a 3,5 (três e meia) horas por encontro de maneira que ao final do curso, excluído o tempo destinado à prova final, o participante terá cumprido 60 horas/aula. Não é curso de matemática financeira.


01 - JUROS EM GERAL, COMISSÃO de PERMANÊNCIA, MULTA e REGIMES de CAPITALIZAÇÃO.
01.1. Juros Remuneratórios ou Contratuais
01.1.1. Conceito de juros
01.1.2. Conceito de financiamento x conceito de empréstimo
01.1.3. Juros remuneratórios ou contratuais
01.1.4. Legislação, jurisprudência e prática.
01.1.5. Orientação técnica
01.2. Juros Moratórios ou Juros de Mora
01.3. Juros Compensatórios
01.3.1 Orientação técnica
01.4. Comissão de Permanência
01.4.1 - Como conhecer o percentual da Comissão de Permanência ao mês.
01.5. Multa Contratual ou Multa de Mora
01.6. Regimes de Capitalização
01.7. Orientação Técnica

02 - JUROS SIMPLES e CAPITALIZAÇÃO SIMPLES
02.1. Conceito comum de juro
02.2. Juros simples e capitalização simples
02.3. Exemplos e Exercícios
02.4. Exemplo de um laudo pericial contábil em matéria financeira com juros simples.

03. JUROS COMPOSTOS e CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA
03.1. Sobre a legalidade da taxa de juros
03.2. O processo de cálculo que transforma juros em capital
03.3. Juros Compostos & Anatocismo
03.4. Visão Contábil da Renda denominada Juro
03.5. Anotações Legais sobre capitalização de juros
03.6. Exemplos e exercícios
03.7. Orientação Técnica

04 - TAXA REAL, TAXA NOMINAL, TAXA EFETIVA, TAXA PRÓ-RATA E CONCEITO DE "DATA DE ANIVERSÁRIO".
04.1. Taxa Real
04.2. Taxa Nominal
04.3. Taxa Efetiva
04.4. Taxa Pró-rata
04.5. Conceito de "data de aniversário"
04.6. Exemplos e exercícios
04.7. Orientação Técnica

05 - SELIC, TR-TBF, TJLP e SPREAD.
05.1. SELIC - Sistema Especial de Liquidação e Custódia
05.2. TR - Taxa Referencial e TBF - Taxa Básica Financeira
05.3. TJLP - Taxa de Juros de Longo Prazo e orientação técnica pontual
05.4. Spread e orientação técnica pontual
05.5. Orientação Técnica

06 - EXPURGOS INFLACIONARIOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA.
06.1. Conceito de Atualização Monetária
06.2. Conceito de Expurgo Inflacionário.
06.3. Estudo de alguns casos de atualização monetária objeto de controvérsia
a) Plano Verão - janeiro de 1989,
b) Plano Collor I (março/90) - MP nº. 168, de 15.03.1990,
c) Plano Collor II (fevereiro/91) = Criação da primeira TR
d) o efeito da URV nos salários de março a julho de 1994 (março, abril, maio, junho e julho de 1994).
06.4. Primeiro exemplo de um caso em que foram considerados expurgos inflacionários
06.5. Segundo exemplo de um caso em que foram considerados expurgos inflacionários.
06.6. Orientação Técnica

07. MÉTODO HAMBURGUÊS e CONTA CORRENTE COM JUROS
07.1. Conceito de Método Hamburguês ou Conta Corrente com Juros.
07.2. Conceito e funcionamento da Conta Corrente com Juros.
07.3 - Elementos de uma conta corrente
07.4 - Conta corrente com direito a "Crédito Rotativo" ou "Cheque Especial" ou "Conta Corrente Garantida"
07.4.1 - O contrato bancário de conta garantida é um contrato DE adesão ou um contrato POR adesão?
07.4.2 - Encadeamento de operações
07.5 - Do cálculo dos juros pelo Método Hamburguês
07.5.1 - Quanto aos regimes ou modalidades das taxas de juros
07.5.2 - Relacionamento dos bancos com os clientes que têm conta corrente garantida e o Método Hamburguês
07.6 - Justificativa financeira para lançar juros maturados a débito da conta corrente garantida mesmo que não exista saldo para serem quitados.
07.7 - A Conta Corrente chamada Floor Plan
07.7.1 - Conceito
07.7.2 - Fluxo operacional do Floor Plan
07.7.3 - Inspeção do estoque do distribuidor/concessionário pelo fabricante/montador
07.7.4 - Extinção da dívida do distribuidor ou concessionário junto ao fabricante/montador
07.7.5 - Quanto à confiança e interesses recíprocos dos contratantes
07.7.6 - Quanto ao cálculo dos acrécimos financeiros incidentes sobre o prazo decorrido da data da nota fiscal/fatura de venda do fabricante/montador, até a data da liquidação financeira do bem pelo distribuidor ou concessionário
07.7.7 - Floor Plan de usados.
07.7.8 - Quanto à origem dos fundos para o financiamento do Sistema Floor Plan
07.7.9 - Quando é que a rotatividade do Sistema Floor Plan pára de girar?
07.7.10 - O que dizem geralmente os que criticam o Floor Plan?
07.8 - Orientação Técnica
07.8.1 - Procedimentos técnicos periciais mais usuais
07.9 - Alguns exemplos de cálculos e laudos

08 - CARTÕES DE CRÉDITO
08.1 - Conceito de Cartão de Crédito
08.2 - Capitalização dos juros na conta corrente dos cartões de crédito
08.3 - Argumentos dos advogados que questionam a atuação da administradora de cartões de crédito
08.4 - A respeito da abusividade na cobrança de encargos remuneratórios e moratórios
08.5 - Orientação Técnica
08.6 - Exemplo de um laudo, respectivas planilhas e planilhas de um outro caso

09. DESCONTO DE RECEBÍVEIS E FACTORING
09.1 - Conceito.
09.2 - Desconto de Cheques pré-datados
09.3 - Desconto de Nota Promissória e de Duplicata Comercial ou de Prestação de Serviços
09.4 - Cédula de Crédito Industrial e Cédula de Crédito Comercial (um tipo de nota promissória).
09.5 - Motivos mais comumente alegados pelo correntista para agir, judicialmente, contra o banco
09.6 - Factoring ou Fomento Mercantil
09.6.1 - Conceito de empresa de Fomento Mercantil
09.6.2 - Contabilização de operação de fomento mercantil e tributos incidentes
09.6.3 - A questão da compra de recebíveis na condição "pro-soluto" e a revenda
09.6.4 - Como calcular o Fator de Compra - FC - e exemplo de cálculo para conhecer o percentual efetivo de custo de uma operação de factoring.
09.6.5 - Motivos mais freqüentes que levam as empresas de factoring e seus clientes ao Poder Judiciário.
09.6.6 - Exemplo de um laudo sobre operação de factoring e respectivos cálculos.
09.7 - Exemplos de operações de desconto de títulos e exercícios
09.8 - Orientação Técnica
09.9 - Um exemplo de laudo que cuida de duplicatas descontadas e respectivas planilhas.

10. SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO ou TABELA PRICE
10.1 - Definição de Tabela Price.
10.2 - O Fator de Capitalização
10.3 - A argumentação de que a Tabela Price não é um método de cálculo que capitaliza juros é um sofisma aritmético.
10.4 - Argumentar que a Tabela Price equivale a praticar anatocismo é outro sofisma aritmético.
10.5 - Outras maneiras de amortizar dívidas em prestações mensais - SACRE, SAC e Sistema Americano
10.5.1 - Sistema de Amortização Crescente - SACRE.
10.5.2 - Sistema de Amortização Constante - SAC
10.5.3 - Sistema Americano de Amortização

10.6 - Orientação Técnica
10.7 - Exemplo de Laudo de Esclarecimentos juntado aos autos de um processo cujo Laudo Pericial Contábil foi criticado por quem insiste em dizer que os juros calculados com base na Tabela Price é feito com juros simples.
10.8 - Exemplo de Laudo Pericial Contábil em ação de reintregação de posse promovida pela construtora e vendedora do apartamento.

11. LEASING ou ARRENDAMENTO MERCANTIL FINANCEIRO
11.1 - Conceito de leasing financeiro.
11.2 - Características gerais das operações de leasing
11.3 - Custo anual do bem arrendado x depreciação anual e o Imposto de Renda.
11.4 - Coeficiente de Arrendamento (CA) e taxa de juros.
11.5 - Motivos mais comumente alegados pelos arrendatários para agir, judicialmente, contra a arrendadora e vice-versa.
11.6 - Lease-back
11.7 - Exercícios
11.8 - Orientação Técnica
11.9 - Um caso em que se estuda uma operação de leasing contratada em dólares norte-americanos.

12. - SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO - SFH
12.1 - Origens do Sistema Financeiro da Habitação - SFH
12.2 - Sistemas de financiamento habitacional, métodos de amortização do saldo devedor e controvérsias.
12.2.1 - A capitalização anual de juros.
12.2.2 - A amortização negativa
12.2.3 - A questão do Resíduo
12.3 - Contratos vinculados ao Plano de Equivalência Salarial - PES
12.4 - Contratos NÃO vinculados ao PES
12.5 - Plano de Comprometimento de Renda - PCR
12.6 - O Coeficiente de Equiparação Salarial - CES
12.7 - Atualizar Monetariamente o saldo devedor ANTES ou DEPOIS de abater a amortização do período?
12.8 - A alternativa de amortização do mútuo habitacional pelo Método Gauss
12.9 - Pontos para Verificação do Perito
12.10 - Orientação Técnica
12.11 - Um exemplo de Laudo sobre contrato do SFH

13. - CONSÓRCIOS
13.1 - Conceito
13.2 - Regras contábeis para o funcionamento de um Grupo de Consórcio.
13.3 - Motivos mais comumente alegados pelos consorciados para agir, judicialmente, contra a administradora e vice-versa.
13.4 - Orientação Técnica
13.5 - Dois exemplos de laudo em ação que cuida de consórcio.

14. - COOPERATIVA DE CRÉDITO
14.1 - Conceito
14.2 - Brevíssima comparação entre o banco e a cooperativa de crédito.
14.3 - Os empréstimos aos cooperados e as SOBRAS.
13.4 - Orientação Técnica
13.5 - Exemplo de laudo em ação que cuida de cooperado e cooperativa de crédito.

15. 320 QUESITOS
15.1 - Quesitos relacionados com demandas que envolvem a conta corrente garantida, cheque especial, capital de giro e operações de desconto.
15.1.1 - Apresentados pelo cliente do banco, pessoa física ou jurídica.
15.1.2. - Apresentados pelo banco.
15.2. Quesitos relacionados com demandas que envolvem o SFH - Sistema Financeiro da Habitação
15.2.1. Apresentados pelo Autor ou Embargante em ação executiva.
15.2.2. Apresentados pelo Réu ou Embargado (o banco) em ação executiva.
15.2.3. Apresentados pelo magistrado
15.3 - Quesitos relacionados com operações de leasing.
15.4 - Quesitos apresentados em operação financeira entre pessoas físicas equivalente à agiotagem.
15.4.1. Quesitos apresentados pelo Embargante/executado em ação de embargos à execução.
15.4.2. Quesitos apresentados pelo Embargado/exeqüente na mesma ação de embargos à execução.
15.5 - Quesitos apresentados em operação financeira com cartão de crédito.
15.5.1. Quesitos apresentados pelo associado portador do cartão
15.5.2. Quesitos apresentados pela administradora do cartão.
15.6 - Quesitos apresentados em ação em que se cuida de financiamento de terreno.
15.6.1. Quesitos da empresa requerente, a que vendeu o terreno financiado por ela mesma.
15.6.2. Quesitos apresentados pelos adquirentes/financiados requeridos
15.7 - Quesitos apresentados em ação em que a Autora pede a reposição dos expurgos inflacionários praticados em sua caderneta de poupança.
15.7.1. Quesitos da poupadora
15.7.2. Quesitos do banco

Investimento: R$ 2.500,00.
Pagamento: R$ 1.000,00 no primeiro dia de aula. Mais três parcelas de R$ 500,00 a cada trinta dias.
Forma de pagamento: Quatro cheques. Podem ser estudadas outras formas de pagamento.
Contrato de prestação de serviços de ensino entre a RDZ e o participante. Nota Fiscal de prestação de serviço e recibo.
Certificado: grátis.


Bibliografia

Além do livro que você receberá, seu estudo será apoiado por (1) texto atualizado para leitura e estudo, (2) exercícios e bateria de perguntas para revisão de seu aprendizado e progressão para o próximo tema, (3) estudo de casos a partir de laudos reais que fazem parte de seu estudo e (4) indicação de bibliografia complementar. Serão fornecidos exemplos de cálculos, planilhas e de laudos que não estão no livro.

As dúvidas que você tiver serão esclarecidas por e-mail.

Avaliações:
1) Avaliações Dinâmicas, ou seja, para passar do tema 1º para o 2º há que responder a uma bateria de perguntas e resolver, quando cabíveis, alguns problemas reais relacionados com as negociações financeiras comuns a uma Tesouraria de empresas. Você enviará as respostas ao nosso e-mail. Serão analisadas e haverá recomendação para avançar. Caso seja necessário recomendaremos rever alguma parte ainda não bem absorvida por você. E assim sucessivamente.
2) Orientaremos para que você faça um trabalho acadêmico usando um caso prático em andamento na Comarca onde você reside ou estuda. Na fase em que estaremos orientando para a confecção deste trabalho, você mandará o rascunho para ser avaliado. Orientaremos para que você atinja o padrão de qualidade recomendado. No final você enviará o trabalho em papel, devidamente encadernado com capa simples e espiral, para avaliação final e atribuição de nota.
3) Para conclusão de seu curso você fará uma prova final com 10 questões e 5 alternativas cada. Cada questão valerá um ponto.

Certificado de aproveitamento:
Para você receber o certificado terá que atingir, no mínimo, a média de 7 (sete) pontos. As (i) avaliações dinâmicas corresponderão a 30% da nota, o (ii) trabalho acadêmico corresponderá a mais 30% e a (iii) prova final valerá 40% da nota. Para seu sucesso você será orientado, durante a progressão do curso, e atingirá a média necessária. No final o seu Certificado será emitido pela firma RDZ CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA., capacitadora nº 00053, será assinado pelo Professor Remo Dalla Zanna (MS) e devidamente cadastrado no Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo - CRC-SP. Você acumulará 15 pontos.


Seus documentos:

a) Cópia da cédula de identidade,
b) Cópia do número do CPF,
c) Cópia de comprovante de endereço residencial,
d) Cópia da inscrição no órgão de classe,
e) Cópia do Certificado ou Diploma de conclusão de curso superior,
f) Curriculum Vitae (facultativo).



FAÇA ESTE CURSO PELA INTERNET